La capoeira angola es una forma genuina de expresión cultural y artística afrobrasilera que combina lucha, danza, música y expresión corporal. La práctica de la capoeira desarrolla la coordinación motora, la agilidad, la fuerza, el ritmo, la velocidad, la resistencia y la creatividad. El capoeirista se expresa también a través de la música, aprendiendo a cantar y a tocar diversos instrumentos de percusión. Además, la capoeira trabaja el equilibrio mental y la inteligencia y promueve valores como el respeto, la responsabilidad y la libertad. El arte de la capoeira forma parte del contexto social, histórico y cultural de Brasil y su práctica se ha extendido en nuestros días a todo el mundo.


dimecres, 21 de novembre del 2012

Actividades Capoeira Angola Barcelona

Esta semana la hemos dedicado a homenajear a Zumbí dos Palmares. El lunes 19 hicimos un repaso por la vida de Zumbí, resaltando los aspectos más importantes y las fechas en que cambió su historia, entre todos pensamos y escribimos en una hoja grande todos los pasajes de la vida de Zumbí, y este fue el resultado:


Al días siguiente, Tere (alumna del grupo), resumió de esta manera el mesaje de Zumbí:
Dice la historia que hoy hace más de 300 años, murió asesinado un luchador por la libertad. Dijo un poeta en el siglo XX que este era el dia en que se debia recordar, tener conciencia del pasado para que no se volviera a repetir en el futuro la discriminación ni la esclavitud de todos aquellos africanos que dejaron de ser hombres por el propio hombre. Que fueron robados de libertad y dignidad, maltratados. Zumbi, luchó por la libertad del kilombo de Palmares, y su historia debe ser ejemplo para que no nos adormezcamos en las falsas libertades. Para seguir desafientes y luchar contra el bodyshopping, la discriminación, la explotación y todas las estructuras represoras que nos rodean. Para no olvidar que sigue siendo necesario construir comunidades abiertas, donde no importe el origen, sino las ganas de construir un futuro basado en el respeto y el bien común.
Gracias Tere!!!
 

divendres, 16 de novembre del 2012

20 de Noviembre

20 de Noviembre/ Conciencia Negra:

¿Porque no se conmemora el 13 de mayo?
  •  13 de mayo del 1888; Oficialmente día en que se abolió la esclavitud en Brasil (fue el último país de latinoamérica en abolir la esclavitud)
En 1971, el poeta y profesor gaúcho Oliveira Silveira, uno de los fundadores del Grupo Palmares (grupo de Conciencia Negra muy importante), propuso una fecha que conmemorase la conciencia de la comunidad negra, y su valor dentro de la historia del país. 
Fue escogido el 20 de Noviembre, por ser el día de la muerte de Zumbi dos Palmares que fue asesinado por las tropas de Domingo Jorge Velhos.Y por ser un verdadero símbolo de lucha, resistencia y liberación.



La Princesa Isabel se considera que no hizo más que firmar unos papeles, pero la condición de la comunidad negra no mejoró más que de manera legal y no de manera real, pues seguían en un estatus inferior, relegados a la marginalidad y sin derechos de ningún tipo.
En esta ladainha de Mestre Moraes se explica esta distinción:



Iêeeeee!
A história nos engana
Diz tudo pelo contrário
Até diz que a abolição
Aconteceu no mês de maio
A prova dessa mentira
É que da miséria eu não saio
Viva vinte de novembro
Momento pra se lembrar
Não vejo em treze de maio
Nada pra comemorar
Muito tempo se passou
E o negro sempre a lutar
Zumbi é nosso herói (x2)
De Palmares foi senhor
Pela causa do homem negro
Foi ele quem mais lutou
E apesar de toda luta
O negro não se libertou
Camará,

Y un poco sobre quien fue Zumbi, y su importancia en la historia del pueblo, como símbolo de resistencia, libertad y lucha:
Quilombo (1984)- Film completo, subido por Frank Rocha a youtube:


divendres, 9 de novembre del 2012

dimarts, 23 d’octubre del 2012

Quilombo Moderno

Quilombo / Kilombo, no es cosa del pasado...


Quilombo:
Lugares donde se creaban comunidades de africanos huidos que buscaban refugio y muy difíciles de encontrar.
Podemos encontrar pequeñas comunidades de similares características al quilombo en gran parte de los países de América con tráfico esclavista, como en Jamaica, Venezuela, Perú, Panamá… (pero con otros nombres como Palenques, Mambices, Cumbes…)
Inicialmente, los quilombos eran creados por hombres, pues eran los que tenían condiciones de huir primero. Una vez el quilombo empezaba a tener estabilidad y fortaleza empezaban a hacer ataques a la fazendas (haciendas) para robar tanto a esclavos/as, como armas como provisiones.
Y la palabra quilombo se puede escribir de dos maneras:
-Kilombo:  esta es la palabra original ,vocablo bantu y quiere decir campamento bantú, lugar donde quedarse de manera temporal.
-Quilombo: sería la versión aportuguesada.

Y aquí un documental del Quilombo de São José da Serra
No es algo del pasado, y el mensaje de conciencia sigue presente, no tan sólo en Brasil...





dimecres, 17 d’octubre del 2012

Documental: Capoeira; o fio da navalha

Capoeira; o fio da navalha. Documental en siete partes, con varias historias de la capoeira. Exibido por ESPN Brasil y postado en youtube por teimosia.
Un lindo viaje por la historia y Mestres legendarios.

1ª parte:



 2º parte: M. Pastinha hablando de como aprendió capoeira y conoció a Benedito:



3ª parte:



4º parte: Capoeira en Rio de Janerio:


5ª parte: Capoeira en São Paulo. 
Mestre Cobra Mansa habla del berimbau i sus orígenes;


6ª parte: Mestre Peixinho muestra como se hace un berimbau.
Y Baden Powel...!

7ª parte:





dijous, 11 d’octubre del 2012

Capoeira, Comunidad, Institución, Sociedad y Individuo


Palabras de Mestre Cobra Mansa, para reflexionar sobre nuestro papel como capoeiristas dentro de la sociedad. Que cada uno saque sus conclusiones:
Mestre Cobra Mansa:
capoeira, Comunidade, Instituição, Sociedade e Indíviduo

Nos capoeiristas, no Brasil e em todo mundo, somos na maioria,trabalhadores da construção, professores, estudantes, esposas, maridos,doutores, advogados, banqueiros, administradores, desempregados, músicos,artistas, etc. Em resumo, fazemos parte ?desta coisa? que chamamos SOCIEDADE. Logo, vivemos e seguimos muitas ou a maioria das práticas que esta sociedade possui. Somos, inevitavelmente, o elemento básico que constitui a sociedade; ela existe porque estamos nela. Mas ao mesmo tempo, não somos absorvidos ou assimililados a força por esta sociedade e, pessoalmente, acredito que é ai que nos capoeiristas, como qualquer outro grupo na sociedade, podemos fazemos diferença, pois, cumprimos com o que nos cabe como parte desta sociedade, contudo, tem uma outra parte das nossas vidas que simplesmente não se "enquadra" dentro desta mesma sociedade que seguimos.

Somos, por natureza e/ou por escolha, um tipo diferente de indivíduos: desejamos a liberdade no nível mais profundo de nosso ser. Um Homem disse uma vez: "Se você deseja ser livre, você tem apenas que começar a ser livre." A liberdade é um estado mental e não um estado do corpo. Nós somos e continuaremos a ser parte desta sociedade, contudo, nao de forma passiva, pois, devemos também continuar a aumentar o que temos de melhor dentro dela. Nenhum sistema ou sociedade pode engolir o que um indíviduo tem de melhor, uma vez que este tenha tomado consciência destas suas virtudes. Por isso o conceito de institucionalização da capoeira não cresceu tão profundamente dentro da maioria das comunidades de adeptos desta arte, especificadamente nas comunidades de capoeira Angola. O estilo de vida da capoeira é música para os nosso ouvidos, porque criamos o nosso próprio espaço com esta sociedade da qual fazemos parte, mas que muitas vezes desprezamos.

A capoeira, como mestre Pastinha disse, é tudo que a boca come. E como o ar, sabemos que está lá, respiramos e precisamos dele; contudo, não podemos capturá-lo. A capoeira não pode ser limitada a um grupo de praticantes, por uma organização formal e muito menos por um grupo de Mestres que clamam o monópolio sobre ela. A capoeira vai além de todos nós. Nenhuma sociedade, comunidade, ou indivíduo jamais irá controla-la.

Então, se praticamos a capoeira para nos afastarmos daquilo que ha de tradicional e repressivo dentro da sociedade e que desaprovamos tão fortemente, porque quereriamos institucionaliza-la? Nos parece um tanto contraditorio, já que institucionalização significa seguir profundamente todos os protocolos e leis detalhadas da sociedade para que nos enquadremos nos esquemas administrativos e corporativos com alguma prática e sentido reais: independência fiscal, oportunidades de doações, coesão administrativa e grupal, etc. Grupos diferentes de capoeira, dentro da história e mais ainda nesta útimas décadas, tentaram criar uma instituição ou organização paralela somente para a capoeira, e se tornaram tão restritas e repressivas como a instituição original da qual eles haviam tentado se afastar.

Em todas as partes do mundo nós vemos a corrupção e escandalos que instituições e indivíduos fazem. O sistema controla vários setores da sociedade com um número pequeno de pessoas tendo o monopólio absoluto sobre estes. Se olharmos para o Brasil como exemplo, vemos o carnaval e outras manifestações criadas pelo povo que foram institucionalizadas.
O povo que originalmente os criou foram os que mais perderam com isso.

Antes de pensarmos em institucionalização da capoeira, nós temos que perguntar porque querem nos ?organizar?? Porque quereriamos uma instituição para controlar o nosso estilo de vida? Quem vai ganhar com isso? A capoeira? O capoeirista? Os burocratas? Será que estas instituições são realmente necessárias? Quem as controlara? Porque elas tem que ser tam repressivas, elitistas e ditatoriais? Podemos confiar nestas instituições e nos seus líderes moralmente, financeiramente, fisicamente e espiritualmente? O que é que nós queremos? Nós queremos a institucionalização da capoeira, ou uma comunidade de capoeira que trabalhe com "o sistema"para obter honestamente o que precisamos sem nos inclinarmos para o que este sistema tem a nos oferecer?

Embora estejamos abertos para crescermos no espírito e conhecimento da capoeira, queremos evitar a imposição de valores de um grupo de pessoas e burocratas que já tenham criado as suas próprias escalas de valores. Queremos uma comunidade que celebre e encoraje a individualidade e a cooperação entre seus membros; uma comunidade mundial de capoeira que respeite diferentes valores, crenças, pontos de vista, práticas, etc; em resumo, o que queremos e uma comunidade que respeite as nossas diferentes estórias e histórias, as nossas vidas diferentes e o nosso crescimento em direções variadas para o seu próprio fortalecimento. Pois, e isto o que nós todos teremos para oferecer através do entedimento e do amor sob a prática e o espírito da capoeira.

Mestre Cobra Mansa
mestrecobramansa@yahoo.com.br

Ps: Por favor nao altere o sentido desse texto e mande para todos os
capoeiristas e individuo que acreditar na liberdade e em uma sociedade
alternativa e mais justa.

dilluns, 8 d’octubre del 2012

Capoeira Angola en la literatura


Para todos los que hemos leido apasionadamente a Jorge Amado, seguro recordareis el personaje de Querido de Deus. Personaje inspirado en la realidad, Querido de Deus fue un capoeirista temido y respetado, leyenda de los años 30-40. Traduzco
un trocito "Capitanes de la Arena" :Querido de Deus es el más famoso luchador de capoeira de la ciudad. ¿Quien no le tiene respeto en Bahia? En la Capoeira de Angola nadie se le puede comparar, ni siquiera Zé Muleque, conocido en Río de Janeiro. Querido de Deus le contó las novedades y le avisó de que al día siguiente pasaría po el almacén para continuar las clases de capoeira que recibían Pedro Bala, Joao Grande y el Gato"...También en" Bahia de Todos os Santos" se encuentran descripciones de Querido de Deus. A releer Jorge Amado!